O Paróco

Padre Luciano Campos Lavall é natural de Teófilo Otoni, onde, desde a adolescência e juventude procurou rpeesponder à sua vocação de serviço à Igreja Diocesana, amadurecendo a sua escolha no engajamento em atuações pastorais próprias da sua idade. Ordenado presbítero em 8 de setembro de 1979, Padre Luciano foi Pároco em Carlos Chagas e Machacalis até  agosto de 1981, quando foi se especializar na Itália. É licenciado em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de São João Del Rei, Bacharel em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma (Itália), onde também fez o Mestrado e o Doutorado em Teologia Sistemática, cuja Tese doutoral – “O Mistério Santo: Deus Pai na teologia de Karl Rahner” – foi publicada em 1986 pela Editora Loyola.

Na Diocese, exerceu, por 15 anos consecutivos, a função de Coordenador Diocesano de Pastoral. Foi também Coordenador Acadêmico do Instituto de Filosofia e Teologia do Seminário Maior do Nordeste de Minas.

Atualmente, é também Professor de Filosofia e Metodologia de Pesquisa nos Cursos de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Sistemas de Informação nas Faculdades Unificadas de Teófilo Otoni – Rede Doctum de Ensino.

Formado pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, desde 1985 é Regente Titular da Associação de Arte Coral Paulo VI, a serviço do canto litúrgico diocesano e da cultura de Teófilo Otoni. Com o Coral Paulo VI apresentou grandes Concertos em várias regiões do Brasil, na Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Colômbia, Itália (especialmente na Audiência Pública do Papa João Paulo II em 2 de julho de 1997), França e Suíça. Dirigiu artisticamente  as 17 edições do Grande Concerto de Natal de Teófilo Otoni e todas as edições do Concerto Anual de Gala do Coral Paulo VI.

Integrando suas atividades pastorais e acadêmicas com a atividade coral, utiliza da linguagem e da harmonia da música como instrumentos de comunicação da experiência de Deus na vida do homem e da mulher modernos, como elementos de re-educação da cultura, como fatores de formação da cidadania, e como sinais de integração e de esperança para a sociedade ferida em que vivemos.