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Paróquia São Benedito |Diocese Teófilo Otoni

Paróquia São Benedito

Sabe-se que o jeito tradicional de se constituir uma paróquia não responde mais à forma como as pessoas se organizam no mundo, nem ao ritmo da vida moderna nas cidades, o que faz com que muitas pessoas passem à margem da proposta evangelizadora e salvífica da Igreja.

Daí a necessidade de revitalizar a Paróquia São Benedito pela articulação de suas comunidades em forma de rede, de modo a facilitar o acesso das pessoas aos mistérios da salvação, aproximando cada vez mais o Evangelho das realidades onde o povo se encontra.

Mais do que manter na fé os que já estão dentro da igreja ou que têm a disponibilidade de estar, as comunidades assumem uma dinâmica eminentemente evangelizadora e missionária, dando alguns passos na direção do futuro que se anuncia nas rápidas transformações do mundo em que vivemos, assumindo ações e modos de evangelizar que respondam melhor às angústias e esperanças daqueles que buscam, em nossas Comunidades e Paróquia, a porta de entrada e a sustentação de uma vida mais feliz em Cristo Senhor.

Refletir e viabilizar esta exigência é o papel primordial dos Conselhos Pastorais das Comunidades e das Coordenações de cada Pastoral em nível paroquial.

Deus nos abençoe na graça de Cristo e na luz do Espírito!

 


 

SÃO BENEDITO O MOURO 2

São Benedito nasceu em 1526 na Itália, filho de pais negros e escravos. Teve uma infância muito pobre, mas o Espírito Santo o guiava pelos seus caminhos. Seus pais, Cristóvão e Diana, eram espelhos de virtude, em quem o filho podia ver o que era uma fé viva, uma caridade ardente, oração confiante e uma verdadeira devoção a Nossa Senhora. Formavam um lar cristão, no qual viviam uma “igreja doméstica”, e na igreja paroquial da pequena São Filadelfo aprenderam a se abandonar à providência divina e dedicar-se aos compromissos paroquiais.

Foi pastor de ovelhas, ajudando o pai no cuidado dos rebanhos do patrão, e agricultor. Viveu nesta labuta até os 21 anos, quando sentiu o chamado de Deus para uma experiência de verdadeira penitência. Entrou para a Ordem Franciscana. No convento de Santa Maria de Jesus, foi designado para a cozinha. E aí tornou-se o multiplicador dos pães para os pobres que chegavam ao eremitério em busca de consolo, comida e dignidade. Como servidor fiel e prudente atingiu enorme santidade.

Morreu aos 3 de abril de 1589, aos 63 anos. Os sinais de santidade que envolveram seus últimos instantes deram aos seus confrades a certeza da morte de um santo. Canonizado em 25 de maio de 1807 pelo Papa Pio VII, o seu corpo está colocado hoje na Igreja de Santa Maria de Jesus, em Palermo, na Itália.